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Cuidados com a criança

1) Como medida preventiva e definitiva, informamos que as crianças não poderão deixar o refeitório com alimentos em mãos.

Devem iniciar e terminar a refeição no refeitório.

Não devem sair mastigando, segurando um pedaço de banana, segurando um biscoito etc.

2) Na hora de ninar, não deitar junto com as crianças. Mantenha-se sentada, para evitar adormecer com o aluno.

3) Verificar sempre se estão com alimentos na boca antes de deitar.

4) Ficar observando o sono, a respiração, a temperatura e a movimentação da criança é muito importante. Não se distraia, o momento do sono é extremamente importante e requer máxima atenção.

5) Não permitiremos que a criança repita o prato de comida mais de 02 vezes.

6) Ande um pouco pela escola com os alunos para que não deitem logo após comer. Não deixe que saiam do refeitório direto para o colchão.

7) Oriente a criança a deitar de lado. Quando ela não conseguir, após adormecer, vá posicionando ela de lado, para melhor posição da coluna e para que se houver algum refluxo à criança não engasgue.

Cuidados com a Criança II

Movimento é uma das palavras que melhor define a explosão de descobertas que acontece no mundo infantil, na fase de zero aos três anos e onze meses. É principalmente através dele que a criança se comunica e se relaciona com o mundo. Cada novidade é um desafio a explorar, sem receios, sem medos. Mas ela precisa de segurança e proteção em todos os momentos do dia. Esta atitude saudável requer de nós incentivo e atenção. No contato com a criança, o educador precisa estar sempre vigilante.

• Crianças não podem ficar desacompanhadas nunca, nem quando estão dormindo. Precisamos estar presentes, atentos e observando-as constantemente para detectar qualquer evento, tal como um engasgo inesperado ou uma febre repentina para podermos agir em tempo hábil;

• Precisamos compreender que é normal a criança pequena morder. Apesar de ser parte do desenvolvimento, os adultos precisam estabelecer limites claros, impedindo, de forma calma, paciente e sempre que possível, que elas aconteçam. Conversar muito com a criança para que ela perceba que, é através do diálogo que melhor resolvemos nossos conflitos;

• No exercício das suas funções com as crianças, não dirija a sua atenção para outras atividades como, por exemplo, conversando com outras pessoas ou falando ao celular. Estas ações dificultam ou impossibilitam a atenção à criança, colocando em risco a sua segurança;

• Observar, junto com o outro educador, as condições em que as crianças chegam e registrar sempre possíveis anormalidades, alertando os pais imediatamente;

• Registrar quaisquer situações que ocorram com as crianças na creche em agenda, para ciência dos pais;

• Uma atitude que demonstra o nosso respeito pela criança é sempre pedirmos licença para tocarmos o seu corpo, explicando o objetivo de cada gesto;

• As crianças têm maior necessidade de beber água que o adulto, uma vez que têm maior percentual de água corporal. Portanto, devemos sempre oferecer água para elas. Devemos também criar recursos para que as maiores se sirvam com autonomia, incentivando-as sempre, pois no meio das brincadeiras, dificilmente elas se lembram de parar para beber água;

• Higiene do nariz, utilizar lenços descartáveis, pois a prática da higiene nasal evita o surgimento de doenças. Aproveite para ensiná-las a de si, disponibilizando lenços de papel quando solicitado por elas, mas supervisione bem estas ações, sem esquecer que, em seguida, é preciso lavar as mãos;

• Nunca utilizar sabonete, xampu, remédios, de uma criança em outra. Mamadeiras e chupetas são exclusivamente de uso individual. Todo o material deve estar marcado com o nome de cada criança. As escovas de dente devem dispor de protetores que impeçam o contato de uma com a outra e devem ser guardadas separadamente;

• O momento da refeição é importante para a criação de hábitos saudáveis, entre eles o de comer sentado à mesinha ou ao cadeirão;

• Durante a refeição, cada criança deve comer somente do seu prato, utilizando talheres e copos individuais e previamente higienizados;

• Os alimentos devem ser servidos em temperatura adequada para a criança. A prática de o adulto soprar o alimento deve ser abolida, por conta da vasta disseminação de micro-organismos. Caso seja necessário, incentive a própria criança a soprar sua comida. O ideal é ensinar à criança a esperar um pouquinho até que o alimento esteja na temperatura ideal para ser ingerida.

• Nunca adiar a troca de fraldas, que deverá ser realizada de acordo com a necessidade individual da criança e nunca em horários predeterminados.

• Higienizar as partes íntimas das crianças de frente para trás com algodão umedecido em água e, quando houver necessidade, lavá-las com sabão.

Os lenços umedecidos são uma opção, porém contém conservantes que podem provocar assaduras.

• A higiene oral deve fazer parte da rotina. Vale à pena buscar parcerias com os serviços de saúde para obter esclarecimentos sobre o método adequado a cada agrupamento.

• Banho - O banho é um ato de afeto, que deve ser feito com calma. É um momento precioso, onde um adulto interage individualmente com uma criança. Este momento deve ser de muita conversa, de olho no olho, de brincadeiras com a água:

Antes de começar o banho, deixe todos os objetos à mão;

Não utilize esponjas;

Dê preferência ao sabonete líquido;

Deve-se ter sempre uma mão segurando a criança;

Sempre verifique a temperatura da água do banho com a face interna do antebraço, para evitar queimaduras nas crianças;

Não use talco, pois pode provocar alergias e sufocamento;

Banheira é a principal causa de afogamento em crianças pequenas. NUNCA DEIXE A CRIANÇA SOZINHA, NEM POR “UM SEGUNDO”! ACIDENTES OCORREM RAPIDAMENTE!

O banho de chuveiro para as crianças maiores deve ser protegido por material antiderrapante que deve ser mantido sempre limpo, para evitar o acúmulo de germes.

Evitar o banho fora do local adequado. Ex:Na torneira do lado do pátio.

Ao final, enxugar bem entre os dedos dos pés e das mãos, assim como as dobrinhas, evitando as assaduras.

O sono é indispensável para o desenvolvimento das crianças. Porém a sua necessidade muda de criança para criança e de acordo com a idade delas.

O sono da tarde tem características próprias, portanto não devemos recriar um ambiente noturno, completamente escuro e totalmente silencioso.